Feeds:
Posts
Comentários

Desentendimentos. Quem nunca passou por um? Seja com um amigo, namorado, ou com um familiar. Já parou para pensar porque eles acontecem?

Comunicação, mal entendido, desentendimento, Nietzsche.

Não existe verdade e fatos, apenas interpretações.

Para Nietzsche, “A palavra mais ofensiva e a carta mais grosseira são melhores e mais educadas que o silêncio”. O que ele quis dizer com isso? Conflitos psicológicos, em sua maioria, são iniciados pelo que não se diz do que pelo que se diz. Por exemplo, Continuar Lendo »

UMA PERSPECTIVA CIENTÍFICA DO AMOR

amor-paixao-fases-como-manter

Acredito que nunca arrisquei a escrever sobre amor. Por um lado parece ser meio clichê, mas dependendo do ponto vista, é um tema interessante. Acredito que todos aqueles que amam alguém buscam entender melhor sobre o amor, pois ele não tem manual de instrução. Ele se constrói. E para se construir uma relação amorosa de forma saudável, deve-se tomar cuidado para não cometer aqueles erros de iniciantes. Sim, o amor é um grande aprendizado, é algo que você pode aprender não apenas na prática, mas pode buscar outros meios como a leitura para saber como lidar de maneira mais leve na própria prática. Continuar Lendo »

UM DESABAFO SEM REGRAS

Lalita-Hamil-and-Marney-Rose-Edge-Freedom-Winning-Painting-liberdade-desabafo-regras

Insira uma legenda

Lalita Hamill and Marney-Rose Edge | Freedom – Winning Painting

Vivemos cercados de regras. Regras de conduta, de postura, de gramática, dentre outras milhares que nós, humanos, inventamos para colocar o mundo em ordem, visando uma sociedade harmônica. Comecei a escrever e colocar minhas ideias fora da caixa no início de minha adolescência e até hoje nunca tinha escrito um texto em primeira pessoa, devido à “regra”: sempre se deve escrever um texto preferencialmente na terceira pessoa do singular ou plural para demonstrar o que pensamos de modo menos parcial possível. Porém, essa regra, assim como tantas outras, me prende. Ficar preso a algo nos deixa infeliz, sufocados, perturbados ou insatisfeitos com algo – pelo menos acontece comigo. Continuar Lendo »

A história abaixo reflete de modo sucinto a teoria de Jean-Jacques Rousseau sobre A Origem Da Desigualdade Entre Os Homens. Inicia-se com Brutus, um personagem no estado natural, e se estende até o Pacto Social, quando o homem formou uma sociedade civil.

homem-natural_estado-natural_rousseau_homem-selvagem Continuar Lendo »

existencialismo sartre humanismo liberdade

Os parágrafos abaixo trilham as ideias de Jean-Paul Sartre sobre existencialismo – da obra Existencialismo É Um Humanismo (1946). A  interpretação se encontra na terceira pessoa, Sofia, uma personagem fictícia.

 §1 Existencialismo: a existência precede a essência

Nada existia até o momento em que Sofia veio ao mundo. A um mundo já moldado com muitos rótulos, conceitos, definições, doutrinas e crenças. Quando criança, confusa com tantas escolhas, seguiu o caminho de não acreditar a finco em nada. Ao passar dos anos, ainda jovem, ela foi se encontrando, se definindo e se projetando, ou seja, sua essência foi se estabelecendo. Inconscientemente, Sofia era responsável pelo que era e nada mais era do que aquilo que ela fazia de si mesma. Continuar Lendo »

O ENCANTO PELO SABIÁ

Robin_sabiá_Amor_Filosofia

Cassandra, uma jovem ateniense de uma beleza muito peculiar, vivia explorando os passeios da pólis. Um dia, em uma de suas caminhadas, escutou um canto que nunca ouvira antes. Hipnotizada pelas notas do belo canto, andou em direção a sua fonte, até que a encontrou. Aquela melodia vinha de um ingênuo sabiá, que cantava felizmente em cima de uma rocha. A jovem ficou encantada com a beleza que vinha de dentro daquela ave – seu canto -, e a forma com o qual o pequeno sabiá articulava a melodia, balançando sutilmente suas asas. Cassandra se aproximou da ave e quando o sabiá a viu parou de cantar. A jovem perguntou por que a ave estava tão feliz. A resposta foi que ela teve oportunidade de conhecer os mais belos cantos da região.  Continuar Lendo »

O VOO DE KAIROS

A Chegada da Hora Certa

O jovem Heródoto, um cidadão grego solitário e ansioso, caminha pelos passeios de Atenas nos tempos da Grécia Antiga. Sem muito o que fazer, ele sempre exclamava “o tempo não passa!” e ficava com as sobrancelhas franzidas, impaciente e insatisfeito com sua vida ordinária. Heródoto era muito diferente dos outros jovens atenienses, razão pela qual vivia solitário. Mas o que ele mais desejava era ter amigos, como os outros jovens, mas nunca teve a oportunidade de conhecer alguém com o qual se identificasse. Quando via alguém diferente, o jovem Heródoto, mesmo tímido, tentava puxar assunto, mas nunca deram muita atenção. Os dias se repetiam para Heródoto, que ficava cada vez mais impaciente com o tempo que não passava e culpava os deuses gregos por não terem sido generosos com ele. Continuar Lendo »

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 83 outros seguidores